«Ela era parva, era ciúmenta, era pouco tolerante e por vezes bastante chata. Ela era controladora, era arrugante, era teimosa mesmo quando não tinha razão.
Ele era parvo, demasiado despreocupado, demasiado senhor do seu nariz. Era orgulhoso e nunca dava o braço a torcer.
Eles discutiam muito. Ela dizia-lhe quando ele era um completo cabrão. Ele dizia-lhe quando ela era a maior chata e controladora do mundo. Ela dizia-lhe quando ele estava a ser um idiota, ele dizia-lhe quando já não a podia aturar mais. Mas eram felizes. Cada um com o seu feitio, com a sua maneira de ser. Cada um com as suas manias. Mas eram felizes! Ela fez tudo por eles, ele não quizer saber. Ela cansou-se e deixou-o. Ele nunca desistiu dela.»
e há histórias que ACABAM assim, sem direito a um "final"...
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